O ex-goleiro Gylmar dos Santos Neves, de 83 anos, morreu no início da noite deste domingo (25) no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo. Ele estava internado desde 8 de agosto com infecção urinária e infarto agudo no miocárdio.
Gylmar já apresentava sequela de um acidente vascular cerebral (AVC) ocorrido há 13 anos e insuficiência cardíaca. Ele estava internado com infecção sistêmica e o quadro era considerado irreversível.O ex-goleiro foi bicampeão mundial pela seleção brasileira nas Copas de 58 e 62. Ele nasceu em Santos em 22 de agosto de 1930. Iniciou a carreira jogando pelo Jabaquara, pequeno time da Baixada Santista. Na década de 50, foi transferido para o Corinthians, onde atuou durante 10 anos. Na década de 60, ele voltou à cidade natal para defender o Santos e lá viveu o auge da carreira, jogando no time que consagrou Pelé como o melhor jogador da história do futebol.
Ex-jogador campeão da Copa de 58 morre no interior do Paraná
Nilton de Sordi, que atuou como lateral-direito na Seleção que venceu a Copa do Mundo de 1958, morreu no sábado (24), em Bandeirantes, no norte do Paraná. O ex-jogador, de 82 anos, sofria com mal de Parkinson. A causa da morte foi em decorrência de falência múltipla dos órgãos.
O ex-jogador nasceu em Piracicaba, no estado de São Paulo e começou a carreira no time da cidade, o XV de Piracicaba. Em 1952, foi contratado pelo São Paulo, onde disputou 543 partidas e foi campeão estadual nos anos de 1953 e 1957.
Na Seleção, De Sordi teve a primeira convocação em 1954. O lateral-direito atuou em todos os jogos da equipe como titular, até a semi-final da Copa de 1958. Em virtude de uma lesão, acabou substituído por Djalma Santos, também falecido.
A carreira dele teve uma passagem também pelo União Bandeirante, equipe na qual se aposentou, em 1966. Anos depois, atuou como treinador, em duas oportunidades.
De Sordi morava em Bandeirantes há dois anos, com a família. Na página oficial, o São Paulo prestou uma homenagem ao ídolo campeão mundial. “Era um jogador fora-de-série em termos de regularidade. Jogava sempre bem e sua noção de cobertura era inigualável. Apesar da pouca estatura, cabeceava muito bem. Por isso chegou a jogar de zagueiro-central no São Paulo e também na Seleção Brasileira. Foi o lateral-direito titular da seleção campeã mundial na Copa de 1958”, diz trecho da nota, que também presta solidariedade à família do ex-jogador.
Globo.com/São Paulo

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